Olá, seja bem vindo!

Fazer o bem e acreditar no amor é a força motriz desse trabalho iniciado em 2001 e que, desde
então, vem se fortalecendo. Assim como as pequenas formigas que trabalham duro sol a sol
para suprir as necessidades do formigueiro. Acreditamos que as grandes ações começam com
pequenos gestos e que a força reside na união dos que formam os elos de uma corrente que
interliga os que precisam de ajuda com os que se propõe a ajudar. 

Distante do cenário ideal, trabalhamos diariamente para alcançar as metas estabelecidas a

cada missão. Longe das facilidades viabilizadas pela política vigente, não recebemos nenhum
recurso público e, por entender que fé e religiosidade são universais, não professamos
nenhum credo, mas recebemos aqui todos que acreditam em Deus e que estejam em sintonia
com a nossa única regra: fazer um trabalho com a simplicidade e transparência de uma criança
de cinco anos.
E, foram também as formigas que nos ensinaram, somos fortes o bastante se fizermos um
trabalho organizado. Podemos suportar grandes cargas, se tivermos o apoio daqueles que tem
os mesmos ideais e estaremos sempre protegidos das intempéries se estivermos cercados por
Amigos.

ESCOLHA a doação PERFEITA AQUI DOAMOS TUDO QUE A GENTE TEM. DOE O QUE LHE CONVÉM !

Quem já foi diz...

“A minha primeira missão trazia no peito a seguinte frase: “Eu sou Amigos de Minas”. Uma pequena sentença que representa o amor e o pertencimento desse belíssimo trabalho. Dos preparativos até a viagem, encontrei pessoas dispostas a fazer o bem sem olhar a quem e ter como recompensa a satisfação de ajudar próximo. Encaramos longas horas de viagem, quilômetros longe de casa e poucas horas de sono por aqueles que mal sabem o que é o conforto em casa ou em uma cama. Deixamos os nossos desânimos por aqueles que todos os dias lutam pela vida com coragem e fé. Enfrentamos sol, chuva, estradas de chão e lama, tudo isso para levar amor em formato de alimento ou itens básicos que julgamos ser essenciais à vida. Ao realizar as primeiras entregas, percebi que cada família em São João das Missões também prepara algo para receber os voluntários. A cada casa recebemos um olhar e um sorriso sincero, um abraço aconchegante e cheio de carinho, uma prosa boa e rica em experiências de vida. Pessoas humildes que também sabem dividir o pouco que tem com quem precisar. Quanto aprendizado em uma viagem! Vivemos o amor na sua forma mais bruta. Após a viagem eles não devem lembrar dos rostos de todos os voluntários assim como nós lembramos de cada um deles. Certamente eles agradeceram a Deus pelo muito que receberam, enquanto nós voltamos sabendo que podíamos fazer muito mais. Se cada pessoa fizer um pouco, esse pouco torna-se gigante. E sobre conhecer os anjos que acostumamos a chamar de voluntários? Quanta alegria e orgulho! Viver com seres humanos assim nos motiva a crer em um futuro melhor apesar das adversidades. Ser AMIGO DE MINAS é abandonar qualquer ego ou orgulho e ter a consciência de que antes de qualquer posição ou título todos nós devemos ser cada vez mais HUMANOS.”
Lizandra Peres
Voluntária
Eu ainda estava digerindo todo o misto de sensações que vivi em mais uma Missão de Amor! Descobri que palavras não são suficientes para externar o sentimento que já não cabe mais dentro do peito, e é nesse momento, que a lágrima rola no meu rosto. O sentimento de impotência me alcança por saber que o que fiz é tão pouco diante do que eles merecem, que o que levamos é tão pouco e que nada sou diante desse povo que clama por socorro com apenas um olhar. O valor da vida é descoberto quando você passa a se sentir útil, quando o amor transborda dentro do peito te respondendo que o propósito único de Deus na sua vida é AMAR acima de qualquer coisa. E posso dizer que eu descobri o valor que ela tem. Por vezes pensei em desistir. Por vezes quis ser tão perfeita que esqueci da essência de ser apenas o alento daqueles que nada possuem. Deus age mais um vez me dando forças, Deus age mandando seus anjos do céu, vestidos de humanos para me levantar... Deus está em cada sorriso, em cada lágrima, em cada beijo melado de bala... Cada história, cada rostinho sofrido é sobretudo um combustível para me mover diante da dor, da fome e do medo. As marcas do corpo e da alma são apenas lembranças de que fomos capacitados e escolhidos para realizar esta tarefa. Voltei, não apenas para contar aos meus amigos o que vivi e não somente agradecê-los por cada doação e gestos de compaixão, mas para mostrar a tantos outros que a vida é muito mais que o conforto de nossos lares, a comida na nossa mesa, um guarda-roupa cheio ou o dinheiro para gastar. Viver é AMAR, transbordar de amor e acima de tudo doá-lo, ser, na sua forma mais simples: a imagem e semelhança do Pai.
Tamyres Oliveira
Voluntária

Em 2001, Idair Antônio Vieira e sua família sofreram uma terrível perda. Seus dois filhos, Heitor e Daniela, brincavam com mais dois amigos em frente à casa da avó, quando foram surpreendidos por um carro desgovernado, conduzido por um menor alcoolizado.

Daniela e uma das crianças saíram ilesas, porém Heitor e a outra amiguinha não tiveram a mesma sorte.

Após 26 dias internado no Hospital João XXIII, Heitor faleceu e deixou uma dor imensurável a sua família e todos que estavam ao seu redor. Idair e Lúcia,sua esposa, receberam uma indenização de R$7.500,0 pelo seguro DPVAT, mas não saiam o que fazer com esse montante, que só trazia de volta a dor pela perda de seu filho.

Certo dia, Idair assistiu no jornal a triste história de uma senhora anêmica e desnutrida, que morava na cidade de Pai Pedro, no Norte de Minas. Uma semana depois o mesmo jornal noticiou a morte dela: a fome e o descaso a mataram.

Tocados por essa realidade, os pais de Heitor decidiram usar o dinheiro do seguro para comprar alimentos e levar àquele povo que clamava por ajuda.

Com o apoio de sua família e amigos, encheu um caminhão de cestas básicas e partiu para sua primeira missão.

Desde então, a corrente só vem se fortalecendo, mais e mais cidades atendidas, mais famílias alcançadas, mais corações unidos no objetivo maior de amor e solidariedade.

Heitor, o menino anjo, sustenta o nosso trabalho e nos conduz no caminho da simplicidade e verdade que somente uma criança de cinco anos carrega no coração. Idair e Lúcia seguem emocionados e emocionando a todos com o carinho que recebem cada voluntário.

Lindo é ouvir Idair dizendo: “As amizades que nascem no trabalho voluntário, são como as raízes de árvores do Cerrado”. O vínculo de amizade dos voluntários Amigos de Minas têm raízes profundas, enquanto as árvores são usam as raízes para buscar água no seio da terra, nós, que somos Amigos de Minas, fortalecemos nossas raízes, misturamos nossas matizes e buscamos, juntos, força para continuarmos unidos em prol daqueles que ainda repousam suas esperanças em pessoas de corações solidários.

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